
Os desafios das mulheres na ascensão profissional em pleno 2022
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A molécula que nos faz humanos
dezembro 15, 2022A pandemia chegou e trouxe consigo muitos desafios. Muitas mudanças aconteceram na rotina das empresas desde março de 2020. Parte dessas mudanças, ao que parece, vieram para ficar.
O home office foi, sem dúvida, uma das maiores soluções para empresas e funcionários se adaptarem a uma nova rotina profissional de forma a garantir a segurança das equipes em meio à pandemia.
Para muitas empresas, essa estrutura de home office funcionou de forma tão positiva que muitas decidiram enxugar as suas estruturas e custos de manutenção de escritórios físicos e manter os colaboradores de trabalho no formato remoto permanentemente.
Porém, nem todos os colaboradores conseguem manter o mesmo nível de produtividade e concentração estando confinados em um ambiente tão pessoal e familiar. Manter-se motivado e disciplinado numa estrutura de home office exige um exercício de autogerenciamento muito grande devido aos muitos desafios desse novo formato de trabalho, outros dilemas e conflitos surgem, de ordem prática e também emocional e psicológica. Desafios e conflitos dessa nova rotina de trabalho, muitas horas em frente a tela do computador, excessos de reuniões, pressão por conta de prazos, excesso de trabalho, falta de intervalos, falta de contato e interação social, rotina de confinamento…tudo isso têm desencadeado stress, ansiedade, sensação de isolamento e solidão, insônia e por consequência um grande impacto na saúde mental e consequentemente na produtividade dos profissionais.
É nesse momento que fica evidente a importância de se repensar as relações de trabalho e começar a construir um relacionamento mais humanizado entre líderes e equipes, pois a realidade é desafiadora para todos, ainda que cada indivíduo reaja de forma diferente às mesmas circunstâncias. Buscar cultivar uma comunicação mais humanizada e empática pode ajudar a construir uma cultura de escuta e mais espaço para acolhimento, e também um exercício de falar de maneira mais consciente, cuidadosa e assertiva no meio corporativo. Por meio da comunicação não violenta, o líder poderá auxiliar a equipe a compreender, acolher e vencer esses enormes desafios psicológicos e emocionais da rotina de trabalho, ajudando os colaboradores a cuidarem da saúde mental e também garantir um maior nível de produtividade, de cooperação e de confiança nas equipes.
A Comunicação Não Violenta se baseia numa forma pacífica, conciliadora e assertiva de se comunicar, se relacionar e resolver conflitos, tendo quatro bases principais: a observação da situação, identificação dos sentimentos e das necessidades e por último, o pedido. Mas vai muito além desses passos, o que ela realmente busca é construir um caminho de conexão entre as pessoas ao olhar e reconhecer aquilo que é mais importante dentro de cada um, acolhendo especialmente sentimentos e necessidades.
Sendo assim, um dos caminhos mais saudáveis e sustentáveis para construir um clima organizacional mais harmonioso, saudável e eficaz, e apoiar a saúde mental dos colaboradores, potencializando e valorizando as relações, aumentando a produtividade e performance da sua equipe, é por meio desse processo prático oferecido pela Comunicação Não Violenta. Ela apresenta as ferramentas necessárias e fundamentais para líderes e profissionais, tanto para cultivar o cuidado com a saúde mental, de si e dos outros, quanto para ajudar as equipes a alavancar a cooperação, a confiança, a inteligência emocional e a atingirem melhores resultados de maneira equilibrada.
Deseja saber mais sobre esse assunto? Vamos falar sobre Comunicação Não Violenta no ambiente de trabalho, e como ajudar líderes e times a criarem melhores relações de trabalho e diálogos mais produtivos? Nos chame para uma conversa!



